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6.Correspondência
O acervo de Manuel Mendes possui um número de correspondentes longo e rico na sua diversidade cultural e política.
Sendo Manuel Mendes membro do grupo da Seara Nova, recebeu de Câmara Reys, Raul Proença, António Sérgio e Jaime Cortesão, numerosas cartas cujo conteúdo abordava a organização da revista, assuntos financeiros e também pessoais.
Diversos correspondentes escrevem-lhe com o objectivo de elogiar obras literárias da sua autoria (de Manuel Mendes), como o Roteiro Sentimental – Douro e A Sul do Tejo, o Segundo e Terceiro Livro do Bairro e Pedro, Romance de Um Vagabundo.
Surgem neste acervo nomes da cultura como Sarah Affonso, Raul Brandão, Estrela Faria, Dórdio Gomes, Francisco e Maria Keil, Diogo de Macedo, Abel Manta, Emmerico Nunes, José Tagarro, Fernando Lopes Graça, António Botto, Teixeira de Pascoaes, José Rodrigues Miguéis, entre outros.
São relevantes para o estudo da oposição republicana as cartas de Jaime de Morais, enviadas durante a Guerra Civil de Espanha e, após a derrota das forças republicanas, a partir do exílio.
Manuel Mendes, politicamente envolvido na criação do MUD, recebe cartas de vários activistas de que se destacam Mário Azevedo Gomes e Ruy Luis Gomes.
A correspondência recebida de António de Barros Machado e Dora Lustig descreve, entre outros temas, o desencadear da luta armada contra o colonialismo em Angola (onde se encontrava como diretor do Laboratório de Investigações Biológicas do Museu do Dundo e da Companhia de Diamantes de Angola).