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Museu e Centro de Estudos da Guiné Portuguesa
Fruto do protocolo de cooperação em vigor entre o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da República da Guiné Bissau (INEP) e a Fundação Mário Soares (FMS), o tratamento do Fundo do Museu e Centro de Estudos da Guiné Portuguesa (cota INEP/AHN A6) desenvolveu-se ao longo de vários anos a partir de 2007, com a organização e digitalização a realizar-se em Bissau pelos técnicos dos Arquivos Históricos Nacionais do INEP (com excepção das fotografias, que pelo seu estado de conservação e natureza das intervenções necessárias obrigaram à sua transferência temporária para Lisboa), e o tratamento e organização digitais, bem como a descrição e classificação aprofundadas, a realizar-se em Lisboa por técnicos da FMS.
Este fundo consiste essencialmente em toda a documentação produzida por estas instituições no âmbito das suas actividades. Desde originais de artigos publicados (no Boletim Cultural da Guiné Portuguesa), correspondência (quer com investigadores fora do território, quer simplesmente administrativa), elementos de estudo, a documentos históricos sobre a Guiné, entre outras tipologias documentais, constitui um retrato vivo do dia-a-dia de um Museu centro de investigação coloniais, cristalizado nos papéis que nos legou. Igualmente de nota é a colecção de fotografias aqui presente, maioritariamente utilizadas para ilustrar o Boletim Cultural.
O processo de classificação teve em conta a organização original dos documentos (processos "C-#/#" correspondem ao Centro de Estudos, processos "CA-#/#" à administração do Centro, processos "M-#/#" ao Museu e processos "PB-#/#" à Biblioteca Nacional da Guiné, criada em 1970 por elevação de categoria da biblioteca existente no Museu). Pese embora não tenham sido localizadas as tabelas de classificação originais, com excepção da referente à Biblioteca Nacional da Guiné, foi possível intuir e construir uma árvore de classificação que no essencial as reflecte - informações acerca da classificação original dos documentos encontram-se no campo "observações" dos mesmos.
A digitalização das fotografias iniciou-se em 2007 e o tratamento dos documentos no final de 2010, tendo-se conseguido até à data tratar a totalidade do espólio fotográfico e cerca de metade da restante documentação.

Dimensão
2537 documentos/unidades de instalação, correspondendo a cerca de metade do espólio documental

Estado de Tratamento
Integralmente tratado no que diz respeito à documentação digitalizada