Cota: 00144.071.001Assunto: Cartão de visita enviando Cópia de Carta dirigida ao Rádio Clube Português, com a sua opinião sobre o partidarismo da rádio. A remetente envia cópia de carta enviada ao Rádio Clube Português, com a sua opinião sobre o partidarismo que influencia aquela Rádio. Agradece a Mário Soares pela entrevista dada à RCP. Na referida carta, a signatária refere que é ouvinte assídua e agradece o papel desta no 25 de Abril. Contudo, lamenta o que se passou na entrevista concedida a Mário Soares a 27 de abril de 1975 e condena o partidarismo demonstrado por este órgão de comunicação. Pede ainda que a Rádio deixe de passar músicas com letras chocantes e grosseiras que só estimulam os ódios. Contém cópia de carta da remetente dirigida ao Rádio Clube Português.Destinatário: Mário SoaresFundo: Mário SoaresDatas: abril de 19751 Página(s): 3
00144.071.001
Correspondencia
Cota: 00144.071.002Assunto: Cartão de visita agradecendo e felicitando Mário Soares pelo seu trabalho em prol dos Direitos Humanos, construção da paz, justiça e prosperidade de Portugal.Destinatário: Mário SoaresFundo: Mário SoaresDatas: c. setembro de 19751 Página(s): 2
00144.071.002
Correspondencia
Cota: 00144.071.003Assunto: Carta de felicitações a Mário Soares pela forma como esclareceu a posição do PS na conjuntura política portuguesa; Acusa Álvaro Cunhal de ser similar a Salazar; Apresenta como exemplo de reforma agrária e relação com a Igreja, o caso da Polónia. A remetente envia um cartão explicando que enviou uma carta para Mário Soares mas, por lapso, o envelope foi vazio. Reenvia a referida correspondência. Aproveita para demonstrar o seu repúdio pela infiltração de elementos da extrema-esquerda, na manifestação do Terreiro do Paço. A remetente felicita Mário Soares por ter explicado de forma clara a posição do PS na atual conjuntura política nacional, reforçando os valores de um socialismo pluralista. Lamenta que o PCP e o Álvaro Cunhal, mesmo sem perceber, se aproxime daquilo que representou Salazar. Revela que teve 5 meses exilada em Roma, em 1965. Explica que o seu marido é polaco e que nesse país, a reforma agrária não foi feita com a violência que ocorre em Portugal. Os proprietários puderam ficar com 50 hectares. Explica também que os polacos não atacam a igreja católica e respeitam as suas tradições.Destinatário: Mário SoaresFundo: Mário SoaresDatas: sexta, 7 de novembro de 19751 Página(s): 4