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Viriato da Cruz
Este conjunto conjunto documental é constituído essencialmente por 3 pequenos núcleos, a saber: cartas de Viriato da Cruz a Monique Chajmowiez, datadas de 1970 e 1971; escritos político-ideológicos de Viriato da Cruz e recortes de imprensa sobre Viriato da Cruz. A documentação foi reunida por Monique Chajmowiez, militante maoísta francesa que travou conhecimento com Viriato da Cruz aquando da sua estadia na China entre 1968 e 1970, para trabalhar no departamento francês do semanário Pequim-Informação.

Nota biográfica/Institucional
Viriato Francisco Clemente da Cruz (Porto Amboim, Angola, 25 de Março de 1928 - Pequim, República Popular da China, 13 de Junho de 1973) foi um poeta, intelectual, e dos primeiros líderes da luta pela libertação de Angola.
Ligado ao Movimento dos Novos Intelectuais de Angola em 1948 e à revista "Mensagem", onde publicou várias poesias de carácter contestatário, nos anos 1950 esteve em contacto com a movimentação anticolonial clandestina em Luanda, incluindo o Partido Comunista Angolano, fundado naquela altura. Abandonou Angola por volta de 1957 para se dirigir a Paris onde se encontrou com Mário Pinto de Andrade, desenvolvendo actividades políticas e culturais.
Com Lúcio Lara e Mário Pinto de Andrade foi co-fundador do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), tornando-se o seu secretário-geral. Entra em divergência com a direcção de Agostinho Neto e é formalmente expulso em 1963, exilando-se mais tarde na China, valendo-se dos seus anteriores contactos com as autoridades deste país.
Progressivamente distancia-se das teses oficiais maoístas (chega a defender num relatório que os países africanos não estavam preparados para uma revolução socialista), e acaba exilado internamente neste país, morrendo em 1973.
Publicou um único livro, "Poemas", editado em 1961 pela Casa dos Estudantes do Império e está representado em inúmeras antologias.

Dimensão
46 documentos

Estado de Tratamento
Integralmente digitalizado. Online.