Pasta: 08023.120Título: Entrevista a Abel Lari Sina no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IAssunto: Filho único. Com a revolta de 1943 – 1955, a administração portuguesa retirou a família do lugar de Atelari (Baguia), indo ficar em Bucoli (Baucau). O pai foi castigado em Díli, o tio fugiu para Ataúro.
Estudos. Foi professor (magistério primário) de 1968 a 1971, mas também foi tropa do exército português.
Em 1974: estava no Hotel Resende, encontrou-se com José Ramos Horta e Alkatiri. 25-04, lnão tinha receio.
Não acompanhou a proclamação da ASDT; não foi fundador. Na transformação da ASDT para Fretilin, ele ficou com o programa de educação, estava em ensinar em Bidau, (Díli).
No golpe: estava em Same em campanha. A UDT controla a situação, ele fugiu. Foi de motorizasa até Maubisse, Aileu, e escondeu-se no quarto da companhia.
Rogério Lobato procurou encontrar-se Xavier Amaral em Turiscai.
Como foi tomada a companhia de Aileu.
Foi a Díli, trablhando no salvo-conduto.
Início das Falintil, aparecimento das milícias da Fretilin.
Na invasão: ouvem-se tiroteios de Liquiçá, escondeu-se quando os pára-quedistas desceram. Em casa com a mulher do Nicolau Lobato e mais alguns.
Fugiu no dia 08-Dez. até Dare.
Organiza as tropas. Torna-se adjunto.
Reestruturação em Soibada.
Prepara a população, preparação de alimentos, esquipas de trabalho, de medicamentos, etc.
Sobre a prisão de Xavier Amaral. Aconselham a população a render-se.
Assalto indonésio a Uaimori, fecham o caminho de retirada aos indonésios, muitos mortos; quatro capturados. O carácter de Sahe. Os presos eram bem tratados. Dependiam dele os planos da rede clandestina.
Mudança (de guerra de posição) para guerra da guerilha.
Mensagem do Presidente Moçambicano quando Xavier Amaral foi preso.;
[Tétum: Umico filho. Ho revolta 1943 – 1955, Portugal hasai familia husi sira nia fatin iha Atulari, hela fali iha Bucoli. Aman castigo iha Dili, tiu halai ba Atauro.
Escola. Sai profesor 1968 to’o 1971, maibe hola mos parte iha tropa.
1974: iha Hotel Resende, hasoru ho Jose Ramos Horta no Alkatiri. 25 / 04, la tauk ona.
La tuir proklamasaun ba ASDT; la’os fundador. Muda ba Fretilin, ho programa edukasaun, nia profesor iha Bidau.
Golpe: nia iha Same ba campanha. UDT kotrola, nia halai. Liu motor to’o Maubisse, Aileu, no subar iha companhia nia kuartu.
Rogerio Lobato koko hetan Xavier Amaral iha Turiscai.
Oinsa toma companhia iha Aileu,.
Ba Dili, servisu salva condukta.
Falintil hahu, mosu milisia Fretilin nian.
Invasaun: rona tiroteos husi Liquica, subar wainhira paracaidistas tun. Iha uma ho Nicolau Lobato nia feen no sira seluk tan.
Halai sai 08 / 12 to’o Dare.
Organisa fali tropas. Sai adjunto.
Restrukturasaun iha Soibada.
Prepara populasaun, oinsa halo hahan, ekipas trabalho, ai-moruk, etc.
Oinsa Xavier Amaral dadur.Decisaun populasaun atu ba rende.
Assalta Wai Mori, taka dalan ba Indonesio sira, barak mak mate;kaer haat. Karakter Sahe nian. Tratamentu ba dadur sira. Planeamentu ba klandestinidade husi nia.
Muda ba funu guerilha.
Mensagem husi Presidente Mozambique wainhira Xavier Amaral dadur.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.120
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Pasta: 08023.127Título: Entrevista a Marito Reis no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IIAssunto: Como os pára-quedistas indonésios desceram am Díli.
Organizando o povo na altura.
Perseguindo as pessoas que rendem; Maria Goreti, Bi Lear, entre outros.
Como ele foi levado para Ataúro. Torturas e intimidações..
A rede clandestina em Dili em 1982 – 83. Detido, enviado para Bali.
Na cadeia sabe da captura de Xanana.
Sofrimento na cadeia. Quinze anos. Inquerido, usando timorenses para o inquirir.
Recomendações à mulher caso fosse detida; estabelecendo ligação clandestina.;
[Tétum: Oinsa parakaidista Indonesia nian tun iha Dili.
Oinsa organisa povo tempu neba.
Persegesaun ba ema nebe rende; Maria Gorete, Biliar, sira seluk.
Oinsa lori nia ba Atauro tempu neba. Tortura, intimidasaun.
Klandestinidade iha Dili 1982 – 83. kaer, haruka ba Bali.
Iha kadeia rona kaer Xanana.
Terus tempu kadeia. Tinan 15. Inkeritu, usa Timor oan atu halo inkeritu.
Oinsa hanorin ba feen karik nia tama kadeia; forma komunikasaun klandestina.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
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Pasta: 08023.045Título: Entrevista a Eduardo de Deus Barreto no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Nascido em 1951, tirou 4ª classe em Maliana.
Foi professor do Posto Escolar em Atsabe. Entrou para a tropa em 1975.
Durante o golpe e contra-golpe comandava um pelotão na Fronteira.
Aquando da invasão de Timor-Leste pelas forças indonésias, estava em Komoro; participou numa batalha durante 12 horas. Acompanhava então o comandante Lemos.
Surge um conflito na Fronteira Norte entre militares e quadros civis; liderados, respectivamente, pelo comandante do Sector, Filomeno Paixão e o Comissário Político Hélio Pina, sendo a rendição o ponto de discórdia.
Apontou a espingarda a Filomeno Paixão; são cercados pelo inimigo e capturados.
Só o Ernesto Dudu escapou, porque tinha saído para patrulhar a zona.
Levantamento de Marabia (estação da rádio, Díli): o inimigo perseguia-os sem descanso; Pedro Lemos desapareceu, muitos populares foram levados para a ilha de Ataúro.
Entre 1983 e 1984 trabalhou no Hospital Militar em Dili. Organizou a rede clandestina em Jakarta.
Relação com Constâncio Pinto, Gregório Saldanha, entre outros.
Em 1987 recebe uma mensagem de Xanana Gusmão, ficando a saber que se tinha movimentado para Matebian, através de um companheiro de nome Run Batar.
Em 1991, encontra-se com Xanana Gusmão, em Dili, em casa do Padre Mário Belo.
Transportou Xanana desde a casa da Aliança Araújo, o seu abrigo clandestino em Dili, para casa do Padre Mário, e depois para Ermera.
A 7 de Dezembro de 1993 recebe uma carta de Konis Santana.
Faz então os preparativos para o encontro entre Konis Santana e o jornalista Max Stahl.
Trabalhou com o Padre Maubere, na mudança da estrutura da Luta, de CNRM para CNRT.
Foi capturado em 1999, num ataque das milícias, e preso pelo inimigo. Foi libertado antes da votação para o Referendo.
Os estudantes na manifestação em Ermera. Surgiu o grupo Nata Mera.
Agora trabalha na Comissão da Verdade, Recepção e Reconciliação junto da fronteira.;
[Tétum: Moris iha 1951, 4a klasse iha Maliana.
Professor Postu Escolar iha Atsabe. Tama tropa 1975.
Golpe, kontra-golpe funu iha fronteira hanesan comandante pelataun.
Invasaun nia iha Comoro, tiru malu horas 12. Lao ho Comandante Lemos.
Oinsa konfliktu iha Fronteira Norte entre militar ho kuadro civil. Konfliktu Comandante Secotro Filomeno Paixao ho Comissario Politiku helio Pina, tanba la konkorda atu ba rende; reage aponta kilat ba F. Paixao, de repente enemigu tama no kaptura sira hotu.
Ernesto Dudu deit maka escapa tanba sai ba patrulha.
Levantamento Marabia: enemigu persegue sira makaas, Pedro Lemos lakon, papuasaun barak desterra ba Atauro.
Servisu iha Hospital Militar iha Dili 1983 – 1984. Organiza klandestina ba Jakarta. Relasaun ho Constancio Pinto, Gregorio Saldanha, sira seluk.
1987 simu mensagem husi Xanana Gusmao, rona nia ba Matebian. Liu maluk ida ho kodigu Run Batar hetan informasaun.
Hasoru malu ho Xanana gusmao iha Dili 1991 iha Padre Mario Belo nia uma.
Tula Xanana husi Alinaça Araujo nia uma ba Padre Mario nian, hodi tula fali ba Ermera.
7 Dezembru 1993 simu surat husi Konis Santana; prepara atu jornalista Max Stahl bele hasoru ho Konis.
Servisyu hamutuk ho Padre Maubere, mudansa CNRM ba CNRT.
Kapturadu 1999, milisia ataka, enemigu kaer. Sai molok ba votasaun.
Estudantes nebe halo manifestasaun iha Ermera. Mosu mos grupu nata mera.
Agora servisu ba Komisaun Lia Los, Simu Malu no Rekonsiliasaun iha parte fronteira.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
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Pasta: 08023.065Título: Entrevista a Aleixo Ximenes no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IIAssunto: Nascido em Venilale, foi professor. Delegad da UDT. No golpe não foi castigado.
No contra-golpe: entregou as armas. Aparecimento de violências.
Na imvasão, passoupor Viqueque. Separou-se da família.
Foi DPR (deputado).
O povo desde das montanhas. Escassez de alimentos, muita gente morreu, era a situação desse período.
A relação dos indonésios com a igreja; CRS que auxilia a população.
A relação, trabalhando com Padre Locotelli.
A família desceu das montanhas, encontro com a família.
Iswanto: relação com ele, a sua tarefa.
Como ela ajudava as pessoas que desciam das montanhas para a vila, como Mauk Moruk e outros.
Como Mário Carrascalão consegue encontrar-se com Xanana Gusmão, em Larigutu.
Xanana Gusmão encontra-se com D. Martinho, em Mehara.
Como se soube da detenção de Xanana. Foi visitá-lo em Cipinang.
Ligação com a igreja e DPR.;
[Tétum: Moris Venilale, sai profesor. Delegadu partidu UDT nian. Golpe sira la kastigu ema.
Kontra-golpe: entrega kilat deit. Violensia nebe akontese.
Invasaun, ba liu ona Viqueque. Fahe malu ho familia.
Sai lider ba DPR.
Povo comesa tun husi ai-laran. Susar ba hahan, ema mate barak, situasaun tempu neba.
Relasaun Indonesia sira ho Igreja; CRS nebe fo tulun ba populasaun.
Relasaun, servisu ho Padre Lokoteli.
Familia rasik tun, hasoru malu fali.
Iswanto: relasaun ho nia, ninia servisu.
Oinsa nia ajuda ema tun mai vila, Mauk Moruk sira hotu.
Oinsa Mario Carrascalao konsege hasoru ho Xanana Gusmao, iha Larehutu.
Xanana Gusmao hasoru ho Dom Martinho, iha Mehara.
Oinsa rona ema kaer Xanana. Ba visita nia iha Cipinang.
Ligasaun Igreja, DPR.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.065
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Pasta: 08023.053Título: Entrevista a Lourença da Cunha no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Em 1990 desenvolve a rede clandestina com Matan Furak.
Recebe fotos do comandante Lere. Ajunta coisas numa festa em casa do Matan Furak.
Medicamento extraído da árvore Santo António para uso.
O comandante Deker escondido em sua casa.
O comandante Lauk foi capturado porque estava ferido, retiraram-lhe as granadas. Como foi o seu tratamento.
O Lauk foi capturado: a Lourença e o Matan Furak renderam-se. Chicoteados e choques eléctricos. As mulheres são presas à parte.
Faendo relatório, de novo, presa, mas continua com a tarefa. Desentende-se com a irmã por trabalhar na rede clandestina.
Comparação: a rede clandestina jovem junta as coisas, depois entregam às idosas na horta.
Estava em Díli em 1998 quando teve início o CNRT.
Unamet: era difícil trabalhar na rede clandestina porque as milícias estavam muito agressivas.
Resultado: presenciou as milícias esfaquearem uma pessoa. Fugiu às escondidas para Atambua, escondeu-se sob a protecção da milícia Mateus, que o salvou. Conseguiu regressar a Maliana.;
[Tétum: 1990 hahu klandestinidade ho Matan Furak.
Simu foto husi Comandante Lere. Halibur sasan liu festa iha Mtan Furak nia uma.
Ai-moruk Santo Antonio nebe usa.
Comandante Deker subar iha ninia uma.
Ema kaer Comandante Lauk tanba kanek, hasai grandadas. Oinsa fo tratamentu ba nia.
Lauk kaer tiha: Lourenca no matan Furak entrega an. Baku no choque. Feto mesak dadur.
Halo relatoriu, kaer fali, maibe servisu nafatin. Konfliktu ho biin tanba halo klandestinidade.
Komparasaun: klandestinidade jovem sira halao halibur, depois fo ba ferik sira iha to’os.
Iha Dili 1998 wainhira hahu CNRT.
Unamet: susar halo klandestinidade tanba miliai makaas.
Resultadu: haree sona ema iha ninia ion. Halai, sugar, ba Atambua no subar ho milisia Mateus, nebe salva nia. Konsege fila mai Maliana.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
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Pasta: 08023.129Título: Entrevista a Bilalu Cassa no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Nascida em Uato-Lari em 1958, adepta da Fretilin, fugiu para o mato.
Responsável da OPMT e secretária do Comité.
Foi capturada em 1979 quando ia dar à luz. Castigada em Viqueque juntamente com David Ximenes.
Em 1989 levada para Ataúro, passando por Laga, com pessoas do 12º distrito (Oecussi não fazia parte).
As delegações australianas e portuguesas chegam a Ataúro; os indonésios ameaçam os presos.
Guilherme Jaime, Jorge e Moises conseguiram entregar documentos a jornalistas que acompanharam as delegações.
Fome, situação em Ataúro. Recebeu algum dinheiro do Padre Maubere.
A princípio os naturais tinham medo dos que chegavam, mas as relações melhoraram e ganharam confiança.
A Madalena Bonaparte (agora freira) ia moralizando-as.
Regressa a Díli em 1987, e contacta o marido: o marido foi morto em 1989.
Trabalhou na rede clandestina. Acompanhou actividades de CNRM, CNRT.
Votações de 1999, foge para as montanhas.
Reflexão sobre Ataúro.;
[Tétum: Moris iha Uatolari iha 1958, tama partidu Fretilin, halai ba ai-laran.
Responsavel OPMT no sekretaria Comite nian.
Hetan kaptura 1979 wainhira besik atu tur ahi. Kastigu iha Viqueque hamutuk ho David Ximenes.
1989 ba castigo iha Atauro liu husi Laga, ho ema husi distritu 12 (Oecussi la iha).
Oinsa delegasaun husi Australia no Portugal mak tama ba Atauro; Indonesia sir ameasa presos makaas.
Guilherme Jaime, Jorge no Moises husi sira nia grupu konsege fo surat ba jornalista sira nebe mai.
Hamlaha, situasaun iha Atauro. Hetan osan oituan husi Padre Maubere.
Foufoun rai nain tauk ema nebe mai, maibe ikus liu relasaun diak, konfiansa.
Madalena Bonaparte sempre fo morale ba sira (agora sai Madre).
Fila mai Dili 1987, hetan kontaktu ho lain: ema oho lain iha 1989.
Servisu klandestina. Akompanha, CNRM, CNRT.
Votasaun 1999, halai ba foho.
Refleksaun kona ba Atauro.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.129
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Pasta: 08023.017Título: Entrevista a Angelo de Jesus no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Nascido em Suai em 1964. Em 1975 fugiu para o mato, estudou no mato, aprendendo o Manual Político da Fretilin. Muitas dificuldades, falta de alimentação, etc. ficou ferido num bombardeamento de avião.
Levando alimentação para as Falintil na linha de fogo. Encontrou um inimigo ferido e tirou-lhe a arma.
Rendição em 1977. Estudou em Fohorém, terminou SMP (preparatória) em 1983, aprendeu a fazer carimbos.
Desenvolveu a rede clandestina a partir de 1989.
Trabalhou nas obras públicas de Suai, Álvaro Nascimento mandou-o fazer carimbo das Falintil em 1989.
Detenção de Xanana Gusmão: ele parou com as actividades.
Em 1999 tomou duas opções: erguer CNRT, e, em consequência, terror e intimidação. Fazendo cartazes para a demonstração.
Nas votações ficou na missão católica. Antes das votações o Padre apelou às pessoas para saírem para o mato caso surgir reacção. Ele foi ao mato depois das votações.
Desceu à vila em Outubro, reflexão.;
[Tétum: Moris Suai 1964. 1975 halai ba ai-laran, escola neba, aprende Manual Politiku Fretilin nian. Oinsa susar, hahan, etc. Nia hetan kanek wainhira aviaun rega.
Lori hahan ba Falintil sira iha Linha de Fogo. Oinsa dala ida hetan enemigu nebe kanek hafoin hadau ninia kilat.
Rende 1977. Escola fali iha Fohorem, remata SMP 1983, aprende halo karimbo.
Halao klandestinidade hahu 1989.
Servisu iha obras publikas iha Suai, Alvaro Nascimentu haruka nia halo carimbo ba Falintil 1989.
Ema kaer Xanana Gusmao: nia para aktividades
1999 opsaun rua: harii CNRT, teror no intimidasaunnebe iha. Halo spanduk ba demonstrasaun.
Votasaun hela iha misaun Igreja nian. Molok vota Padre apela ba ema atu sai ba ai-laran tanba karik reaksaun sei mosu. Nia ba ai-laran hafoin vota.
Tun mai vila Oktubru, refleksaun.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.017
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Pasta: 08023.133Título: Entrevista a Padre Maubere no programa radiofónico Tuba Rai MetinFundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.133
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Pasta: 08023.135Título: Entrevista a Filismena dos Santos Conceição no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Nascido em Díli em 1963. Trabalhava nos serviços administrativos do Korem (Comando Militar da Área), lidando com documentos e por vezes roubava alguns documentos.
Documentos sobre a estratégia militar dos indonésios para matar timorenses se dizerem maanifestção na visita dos parlamentares portugueses.
Os indonésios descobriram que foiele quem os roubou, feoi detido e investigado
Mo inquérito usavam cobras para pressionar. Ficou de castifo cinco anos. Muti sofrimento na cadeia.
Sentiu-se isolado ou descriminado quando saiu da prisão, as pessoas tinham medo de se aproximar dele.
Teve ajuda de Fokupers (Fórum para a Comunicação entre as Mulheres), onde actualmente trabalha.;
[Tétum: Moris iha Dili 1963. Servisu iha Korem hanesan administrasaun, hola konta surat, konsege nauk surat.
Surat kona ba estrategia Militar Indonesia nian atu oho Timor oan sira karik halo manifestasaun ba visita membru Parlamentu Portugues sira.
Indonesia deskobre nia mak nauk, kaer no investiga nia
Inkerito oinsa, usa fali samea. Hetan kastigu tinan lima. Oinsa terus iha kadeia.
Isoladu ka diskriminasaun wainhira sai husi kadeia, ema tauk hakesik.
Hetan ajuda husi Fokupers, agora servisu neba.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.135
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Pasta: 08023.072Título: Entrevista a Falur Rate Laek no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Antes da guerra estava a estudar para ser professor.
Nas aulas discutiam o colonialismo com o professor. Esteve na escola militar em Ossu.
Encontrou-se com Kilik, onde liam sobre o 25 de Abril de 1974, ali encontrando motivação para ser um revolucionário.
Os pais são da UDT.
Em Díli organiza os trabalhadores; tentam capturá-lo, consegue fugir, chamam-lhe comunista. Foi preso em Ossu.
Durante o contra-golpe recebeu uma arma. Estava doente e permaneceu em Ossu; foi eleito delegado da FRETILIN.
Explica como foi para o Centro-Leste e o encontro com Sahe.
Diz que se encontrou-se com Xavier Amaral quando este já estava preso, referindo o seu desacordo aos maus-tratos infligidos aos preso. Houve problemas de alimentação; discutia com elementos do Comité Central da FRETILIN.
Refere as Operações de Aniquilamento do inimigo; Mau Barani enfrenta um Batalhão inteiro.
Recorda o primeiro assalto, o medo, e o treino para lançar granadas.
Rendição em 1979, entra para a Hansip (Timorenses Armados e treinados por Jakarta) e Intel. Explica como foi o tiroteio com as FALINTIL, para que os indonésios pudessem acreditar nele e como enganou o inimigo.
Em 1982 os indonésios castigavam-no porque desconfiam dele.
Lu Olo dá a conhecer o Levantamento Nacional de 1983.
Em Krarás, não andou aos tiros com os indonésios. Saiu sozinho. Foram capturadas a irmã e a mãe, e torturadas.
O comandante Rairian consolava-a, não podem encontrar-se, há represálias.
Refere a solidariedade no mato, entre as FALINTIL, as necessidades de alimentação, roupa, medicamentos, o sagrado e o início da rede clandestina. Como o sagrado e os medicamentos curam algumas pessoas na guerra.
Explica como se processavam a comunicação entre a luta armada e a frente clandestina; os estratagemas que usavam para fazer chegar a correspondência; muitas mortes por demasiada auto-confiança. Explica como usavam a “Caixa” (local onde responsáveis da rede clandestina recebiam e distribuíam a correspondência). Salienta o papel central que as mulheres tinham para contactos com na vila.
Faz um resumo da estrutura das Regiões.
Explica como era o aspecto lúdico da vida no mato: os divertimentos, jogos; como produzir víveres sem ser detectado pelo inimigo.
Sustenta que em 1987 a situação era muito crítica.
Explica as posições das FALINTIL em 1999.;
[Tétum: Antes funu estuda, sai profesor. Diskute malu ho profesor iha escola kona ba colonialismu.Escola militar iha Ossu.
Hasoru Kilik, le kona ba 25 / 04. Nia fo motivasaun ba revolusionariu.
Inan aman UDT.
Iha Dili organisa trabalhadores sira; ema koko kaer, niahalai fali, ema bolu komunista. Dadur iha Ossu.
Kontra-golpe: simu kilat. Moras, hela iha Ossu, sai delegadu Fretilin.
Ba Centro-Leste, la’os Matebian. Oinsa hasoru ho Sahe.
Hasoru Xavier Amaral iha dadur. Violasaun dadur sira ne’e, oinsa nia kontra. Susar hahan, diskute malu ho Comite Central.
Tama FADE, ho Comandante Terra Mau Bulak.
Operasaun Anikilamentu husi enemigu. Assaltu nebe ema halo, ex. Mau Barani kontra Batalyon ida tomak.
Primer assaltu, treinu nebe hetan atu soe grenada; tauk.
Rende 1979, tama Hansip no Intel. Oinsa tiru malu ho Falintil sira hanesan Lere, Matan Ruak, etc. atu Bapak sira bele fiar fali. Oinsa enganha Bapak sira.
1981: oinsa Bapak sira kaer no oho.
1982. Bapak kastigu nia fulan tolu tanba deskonfia.
Lu Olo fo hatene kona ba levantamentu 1983 nian. Tauk familia, lakohi.
Kraras, la tiru ho apak. Sai deit. Kaer ninia feton, no inana, ho tortura.
Comandante Rairian fo konsola, labele hasoru sira deit, iha represalias.
Falintil: solidariedade iha laran, situasaun hahan, roupa. Hahu klandestinidade. Ai-moru, lukik, etc.
Oinsa lulik no ai-moruk kura ema balu iha funu nia laran.
Komunikasaun liu surat, barak mak mate tanba lori. Oinsa usa caixa, sistema ne’e. Ionsa utiliza feto atu bele tama vila, 1989.
Resumen estruktura regiaun sira nian.
Konta divertimentu, jogos iha ai-laran. Oinsa produksaun hahan, iha situasaun seguru.
1987 ba leten situasaun makaas fali, oinsa forsa nia kondisaun. Enkontru nebe halo atu haree ba estrategia.
Ligasaun no kompromissu ho povo, ex. Iha tinan 1990, hela iha uma iha nebe Babinsa nia feen deskonfia, oinsa manan nia atu bele halo servisu.
Falintil ninia posisaun 1999, hanesan tuir Xanana Gusmao.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
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