Pasta: 06494.017Título: Suara Karya, Pelita, The Jakarta Post, Kompas, Far Eastern Economic Review, Suara Pembaruan.Assunto: Minoria étnica chinesa, Estratégia de implementação em Jawa, TNI, ABRI, discurso incompleto do Ministro da Defesa Benny Murdani em Dili, introdução de Mário Carrsacalão, objecções do Ministro e Secretário de Estado Moerdiono a uma viagem em massa de sino descendentes a um evento desportivo em Beijing, reabertura das relações diplomáticas entre China e Indonésia, questão da cidadania dos sino descendentes, naturaização, processo de autorização para a deslocação das 1.500 pessoas a Beijing, maior acesso a sino descendentes aos serviços académicos e militares, consenso nacional para a assimilação da minoria étnica chinesa, 300.000 sino descendentes em situação illegal, Rudini, acesso de sino descendentes ao ABRI.Data: Junho de 1990 - Novembro de 1990Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - TAPOLTipo Documental: IMPRENSA Página(s): 26
06494.017
IMPRENSA
Pasta: 08023.127Título: Entrevista a Marito Reis no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IIAssunto: Como os pára-quedistas indonésios desceram am Díli.
Organizando o povo na altura.
Perseguindo as pessoas que rendem; Maria Goreti, Bi Lear, entre outros.
Como ele foi levado para Ataúro. Torturas e intimidações..
A rede clandestina em Dili em 1982 – 83. Detido, enviado para Bali.
Na cadeia sabe da captura de Xanana.
Sofrimento na cadeia. Quinze anos. Inquerido, usando timorenses para o inquirir.
Recomendações à mulher caso fosse detida; estabelecendo ligação clandestina.;
[Tétum: Oinsa parakaidista Indonesia nian tun iha Dili.
Oinsa organisa povo tempu neba.
Persegesaun ba ema nebe rende; Maria Gorete, Biliar, sira seluk.
Oinsa lori nia ba Atauro tempu neba. Tortura, intimidasaun.
Klandestinidade iha Dili 1982 – 83. kaer, haruka ba Bali.
Iha kadeia rona kaer Xanana.
Terus tempu kadeia. Tinan 15. Inkeritu, usa Timor oan atu halo inkeritu.
Oinsa hanorin ba feen karik nia tama kadeia; forma komunikasaun klandestina.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.127
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Pasta: 08023.135Título: Entrevista a Filismena dos Santos Conceição no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Nascido em Díli em 1963. Trabalhava nos serviços administrativos do Korem (Comando Militar da Área), lidando com documentos e por vezes roubava alguns documentos.
Documentos sobre a estratégia militar dos indonésios para matar timorenses se dizerem maanifestção na visita dos parlamentares portugueses.
Os indonésios descobriram que foiele quem os roubou, feoi detido e investigado
Mo inquérito usavam cobras para pressionar. Ficou de castifo cinco anos. Muti sofrimento na cadeia.
Sentiu-se isolado ou descriminado quando saiu da prisão, as pessoas tinham medo de se aproximar dele.
Teve ajuda de Fokupers (Fórum para a Comunicação entre as Mulheres), onde actualmente trabalha.;
[Tétum: Moris iha Dili 1963. Servisu iha Korem hanesan administrasaun, hola konta surat, konsege nauk surat.
Surat kona ba estrategia Militar Indonesia nian atu oho Timor oan sira karik halo manifestasaun ba visita membru Parlamentu Portugues sira.
Indonesia deskobre nia mak nauk, kaer no investiga nia
Inkerito oinsa, usa fali samea. Hetan kastigu tinan lima. Oinsa terus iha kadeia.
Isoladu ka diskriminasaun wainhira sai husi kadeia, ema tauk hakesik.
Hetan ajuda husi Fokupers, agora servisu neba.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.135
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Pasta: 08023.113Título: Entrevista a João Carrascalão no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Com os partidos entrou para a UDT mas bastante tardiamente. Foi com Chico Lopes a Jakarta para falar com Murdani. Falaran durante hora e meia.
Em Kupang falaram com o governo local, viu a Operação Komodo. Tomou a decisão sobre o movimento 11 de Agosto, contra o comunismo.
O movimento para a realização de referendo contra a integração. Não seguir o exemplo de Angola: expulsar os portugueses para dar lugar aos comunistas. Ficar com a administração portuguesa até a conquista de autonomia para a independência.
Falou com Lemos Pires para que Protugal prepare os timorenses.
As pessoas presas em Palapaço, a maioria sem razão. Ele soltou uns, mas outros entraram.
Período da reacção militar da Fretilin, fugiu para a fronteira. A Indonésia aproveitou a ocasião para os obrigar a assinar a petição para a integração em Balibó.
Soube do encontro em Londres do Governo Português com a Indonésia, concordando com a interferência Indonésia (aqui creio que quem concorda é J. Carrascalão, não é).
Coligação da UDT com a Fretilin, mas por último a UDT desfez a coligação por saber que a Fretilin dominou o povo, e daí as pessoas começaram a agredir-se mutuamente.
Programa para eliminar democraticamente a Apodeti. Portugal quer despachar o problema de Timor.
Período em que o capitão Ramos organizou um encontro enre mim e Xavier Amaral. A Fretilin dominada pelos estudantes comunistas, por isso não havia unidade nacional.
A UDT mobilizou muita gente para uma manifestação. Não quis a intervenção da tropa. Não quis pessoas presas, queria que regressassem a Portugal.
Rogério Lobato trouxe esta mensagem de Lemos Pires.
O chefe da Polícia Jorge Gouveia foi detido para prevenir o bombardeamento de Palapaço. Estavam lá 10 mil pessoas (não sei se era possível tanta gente num espaço +- igual a um campo e meio de futebol). O pai de Alkatiri quis juntar-se ao grupo, mas não foi aceite e mandado regressar a casa.
Levou para a fronteira levando o filho e a mulher para Atambua. A Indonésia ameaçou-me, prendeu-me ali e em Kupang.
A UDT não errou, mas como consequência muita gente morreu.
A reconciliação exige justiça.
Regresso a Timor em 1999, permanecendo lá.;
[Tétum: Tempu partidu mosu tama UDT maibe ikus liu. Ba Jakarta atu kolia ho Murdani, ho Chico Lopes. Kolia oras ida ho balun.
Iha Kupang fali kolia ho governu neba, haree ba Ooperasaun Komodo. Foti desisaun ba Movimentu 11 Agosto, hanesan kontra komunismu.
Movimentu atu halo referendum kontra integrasaun. Ejemplu problma Angola, hasai malai sira, tama fali komunista. Hela ho poder kolonial Portugues atu prepara ba ukun rasik an.
Kolia ho Lemos Pires atu Protugal prepara ita.
Ema nebe kaer iha Palapasu, maioria arbiru deit. Nia hasai fo libre ba balun, balun sira hatama tan.
Tempu reaksaun militar Fretilin nian, halai fali ba Fronteira. Indonesia aproveita hodi halo assina petisaun itegrasaun iha Balibo.
Hatene Governu Portugues hasoru malu ho Indonesia iha Londres, konkorda Indonesia bele interfere.
Fou-foun kolegasaun UDT ho Fretilin diak maibe ikus UDT sai husi kolegasaun tanba hatene Fretilin dmoni tiha povo, tan ne’e mak sira baku malu.
Programa atu elimina Apodeti demokratikamente. Portugal hakarak despacha Timor deit.
Tempu ne’e Kapitaun Ramos organisa enkontru hau ho Xavier Amaral. Fretilin dominadu ho estudante sira nee komunista, tanba ne’e lahetan unidade nasional.
UDT halo manifestasaun mibilisa ema barak. Lakohi intervensaun ba tropa sira. Lakohi dadur ema, hakarak haruka sira fila ba Portugal.
Rogerio Loubato lori mensagem ne’e lolos husi Lemos Pires.
Kaer Chefe Polisia Jorge Gouveia atu prevene bombardea Palapasu. Ami ema rihun 10 iha neba. Alkatiri nia aman atu integra, maibe la simu, tula fali ba uma.
Halai ba fronteira lori oan, kaben ba Atambua. Indoensia ameasa hau tan, hau dadur iha neba, no Kupang.
UDT la sala maibe konsekuensia ema barak mate.
Rekonsiliasaun mos presiza justisa.
Fila mai Timor 1999, hela iha ne’e.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.113
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Pasta: 08023.014Título: Entrevista a Mateus da Costa no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IAssunto: Aquando da invasão estava na vila. Como criança acompanhou e observou tudo, pessoas foram mortas numa rua de nome Jakarta II.
A população é controlada, não pode sair para a horta, falta de alimentos. Muita gente morreu.
Quando as crianças vão caar aves, ao ouvir pessoas a aproximarem-se dele, tem medo.
É gente das Falintil. Como falar com ele, incutir-lhe confiança, falam em ajudá-la.
Como ajudar a desenvolver, ligação com o Adjunto Gil e Sole. Encontra-se com Konis Santana.
Elementos da rede clandestina infiltram-se na Intel (espécie de PIDE), para os ajudar.
A familia tem conhecimento disso.
Em 1991 é preso e sujeito a interrogatório.
O comandante Railakan estava gravemente doente, foi-lhe entregue para o cuidar. Como foi ter com o Railakan, levou-a para casa, deu-lhe segurança, procura medicamentos para o tratar.
Como escrever e guardar os documentos sobre a rede clandestina.
Sabem que Konis Santana morrera, mas não encontram a sua campa. Choram e desconfiam que não tenha morrido.
Ligação com Mau Hunu e Xanana.
A rádio para estabelecer contacto com o mato teve início em 1994.
Organiza demonstração em Dili.
Em 1999 vai a Uaimori por duas vezes.
Como era difícil a vida …
Ceremónia que põe fim às Falintil, início de FDTL: não compareceu por estar muito triste.;
[Tétum: Tempu invasaun, iha vila. Hanesan labarik konsege tuir no haree buat hotu, oho ema iha dalan hanaran Jakarta II.
Kontrola populasaun, labele ba to’os, susar hahan. Mate barak..
Wainhira kiik ba casa manu, rona ema hakbesidk nia, tauk.
Ne’e ema Falintil. Oinsa kolia ho nia, manaan ninia tauk, konvense atu ajuda.
Oinsa ajuda ne’e desenvolve, ligasaun ho Adjunto Gil no Sole. Hasoru ho Konis Santana.
Elementus klandestinidade nebe tama Intel, oinsa sira ajuda.
Familia hatene hotu.
1991 kaer, inkerito.
Tempu Comandante Railakan moras atu mate, bolu nia atu tau matan. Oinsa ba hasoru ho Railakan, lori mai uma, tau seguransa, hetan ai-moruk to’o diak ona.
Oinsa hakerek no rai hela dokumentus kona ba klandestinidade.
Rona Konis Santana mate, buka ninia rate la hetan. Tanis, deskonfia la mate karik.
Ligasaun fali ho Mau Hunu, Xanana.
Radio nebe usa atu kontaktu ba ai-laran, hahu 1994.
Organisa demonstrasaun iha Dili.
1999 ba Wai Mori, dala rua.
Oinsa susar moris ohin.
Ceremonia remata ho Falintil, hahu FDTL: la ba, sente laran moras.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.014
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Pasta: 08023.110Título: Entrevista a Mizé Alves no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Na invasão era ainda pequena, residia em Santa Cruz.
Viu pessoas fugirem, os irmãos darem tiros aos pára-quedistas.
Despediu-se do irmão, das irmãs (+velhas), foi com a mãe para a maternidade de Lahane. A mãe era parteira.
Os militares indonésios levaram a mãe, ela e muita gente para o Banco de Emergência e depois separou-a da mãe. Andou sozinha de um lado ao outro durante um ano até que encontrou a mãe na cadeia.
Narrando o sofrimento que viu. São presos mulheres e homens. Davam choques eléctricos, queimavam com cigarros, batiam, matavam.
A mãe e outras companheiras faziam ligação com o mato, procuraram fugir; a TNI deteve-as.
Depois da invasão andava em Díli, viu a TNI. Um elemento da TNI ficou gravemente ferido e pediu-lhe água.
Foi migalhar arroz perto da Ponte Cais, viu a TNI matar pessoas, e soube que entre elas estava a mulher do Nicolau Lobato. A Fretilin fugia, aover elementos da TNI morrer.
A mãe foi solta da prisão.
Em 1983 Suharto foi visitar os ex-presos.
Por último encontrou-se com o irmão e as irmãs. Ficou contente, mas estava longe da mãe.;
[Tétum: Invasaun sei labarik kiik, hela iha Santa Cruz.
Haree ema halai, maun sira tiru paraquedista sira.
Despede ho maun, no biin sira, ba ho inan to’o hospital maternidade nian iha leten. Inan parteira.
Militar Indoensia lori sira ho ema barak tan ba Centro Banku de Emergencia hafon fahe malu ho inan. Lao mesa-mesak ba mai to’o tinan ida hasoru malu ho inan iha kadeia
Konta terus nebe sira hotu haree. Dadur feto ho mane. Choque, sunu, baku, oho.
Inan ho maluk seluk tanhalo ligasaun ho ai-laran, tenta halai; TNI kaer fali sira.
Hafoin invasaun lao ba mai iha Dili laran, haree TNI sira. TNI ida kanek todan husu nia fo be.
Bahili etu besik Ponte Cais, haree TNI oho ema, rona katak ne’e Nicolau Loubato nia geen. Fretilin sira halai, haree TNI sira mate.
Inan sai husi kadeia, oinsa.
1983 Suharto mai visita eis-dadur sira.
To’o ikus hasoru malu ho maun no biin sira. Sente kontente maibe sente dook fali husi inan.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.110
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Pasta: 08023.015Título: Entrevista a Mateus da Costa no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IIAssunto: Aquando da invasão estava na vila. Como criança acompanhou e observou tudo, pessoas foram mortas numa rua de nome Jakarta II.
A população é controlada, não pode sair para a horta, falta de alimentos. Muita gente morreu.
Quando as crianças vão caar aves, ao ouvir pessoas a aproximarem-se dele, tem medo.
É gente das Falintil. Como falar com ele, incutir-lhe confiança, falam em ajudá-la.
Como ajudar a desenvolver, ligação com o Adjunto Gil e Sole. Encontra-se com Konis Santana.
Elementos da rede clandestina infiltram-se na Intel (espécie de PIDE), para os ajudar.
A familia tem conhecimento disso.
Em 1991 é preso e sujeito a interrogatório.
O comandante Railakan estava gravemente doente, foi-lhe entregue para o cuidar. Como foi ter com o Railakan, levou-a para casa, deu-lhe segurança, procura medicamentos para o tratar.
Como escrever e guardar os documentos sobre a rede clandestina.
Sabem que Konis Santana morrera, mas não encontram a sua campa. Choram e desconfiam que não tenha morrido.
Ligação com Mau Hunu e Xanana.
A rádio para estabelecer contacto com o mato teve início em 1994.
Organiza demonstração em Dili.
Em 1999 vai a Uaimori por duas vezes.
Como era difícil a vida …
Ceremónia que põe fim às Falintil, início de FDTL: não compareceu por estar muito triste.;
[Tétum: Tempu invasaun, iha vila. Hanesan labarik konsege tuir no haree buat hotu, oho ema iha dalan hanaran Jakarta II.
Kontrola populasaun, labele ba to’os, susar hahan. Mate barak..
Wainhira kiik ba casa manu, rona ema hakbesidk nia, tauk.
Ne’e ema Falintil. Oinsa kolia ho nia, manaan ninia tauk, konvense atu ajuda.
Oinsa ajuda ne’e desenvolve, ligasaun ho Adjunto Gil no Sole. Hasoru ho Konis Santana.
Elementus klandestinidade nebe tama Intel, oinsa sira ajuda.
Familia hatene hotu.
1991 kaer, inkerito.
Tempu Comandante Railakan moras atu mate, bolu nia atu tau matan. Oinsa ba hasoru ho Railakan, lori mai uma, tau seguransa, hetan ai-moruk to’o diak ona.
Oinsa hakerek no rai hela dokumentus kona ba klandestinidade.
Rona Konis Santana mate, buka ninia rate la hetan. Tanis, deskonfia la mate karik.
Ligasaun fali ho Mau Hunu, Xanana.
Radio nebe usa atu kontaktu ba ai-laran, hahu 1994.
Organisa demonstrasaun iha Dili.
1999 ba Wai Mori, dala rua.
Oinsa susar moris ohin.
Ceremonia remata ho Falintil, hahu FDTL: la ba, sente laran moras.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.015
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Pasta: 08023.016Título: Entrevista a Mateus da Costa no programa radiofónico Tuba Rai Metin - Parte IIIAssunto: Aquando da invasão estava na vila. Como criança acompanhou e observou tudo, pessoas foram mortas numa rua de nome Jakarta II.
A população é controlada, não pode sair para a horta, falta de alimentos. Muita gente morreu.
Quando as crianças vão caar aves, ao ouvir pessoas a aproximarem-se dele, tem medo.
É gente das Falintil. Como falar com ele, incutir-lhe confiança, falam em ajudá-la.
Como ajudar a desenvolver, ligação com o Adjunto Gil e Sole. Encontra-se com Konis Santana.
Elementos da rede clandestina infiltram-se na Intel (espécie de PIDE), para os ajudar.
A familia tem conhecimento disso.
Em 1991 é preso e sujeito a interrogatório.
O comandante Railakan estava gravemente doente, foi-lhe entregue para o cuidar. Como foi ter com o Railakan, levou-a para casa, deu-lhe segurança, procura medicamentos para o tratar.
Como escrever e guardar os documentos sobre a rede clandestina.
Sabem que Konis Santana morrera, mas não encontram a sua campa. Choram e desconfiam que não tenha morrido.
Ligação com Mau Hunu e Xanana.
A rádio para estabelecer contacto com o mato teve início em 1994.
Organiza demonstração em Dili.
Em 1999 vai a Uaimori por duas vezes.
Como era difícil a vida …
Ceremónia que põe fim às Falintil, início de FDTL: não compareceu por estar muito triste.;
[Tétum: Tempu invasaun, iha vila. Hanesan labarik konsege tuir no haree buat hotu, oho ema iha dalan hanaran Jakarta II.
Kontrola populasaun, labele ba to’os, susar hahan. Mate barak..
Wainhira kiik ba casa manu, rona ema hakbesidk nia, tauk.
Ne’e ema Falintil. Oinsa kolia ho nia, manaan ninia tauk, konvense atu ajuda.
Oinsa ajuda ne’e desenvolve, ligasaun ho Adjunto Gil no Sole. Hasoru ho Konis Santana.
Elementus klandestinidade nebe tama Intel, oinsa sira ajuda.
Familia hatene hotu.
1991 kaer, inkerito.
Tempu Comandante Railakan moras atu mate, bolu nia atu tau matan. Oinsa ba hasoru ho Railakan, lori mai uma, tau seguransa, hetan ai-moruk to’o diak ona.
Oinsa hakerek no rai hela dokumentus kona ba klandestinidade.
Rona Konis Santana mate, buka ninia rate la hetan. Tanis, deskonfia la mate karik.
Ligasaun fali ho Mau Hunu, Xanana.
Radio nebe usa atu kontaktu ba ai-laran, hahu 1994.
Organisa demonstrasaun iha Dili.
1999 ba Wai Mori, dala rua.
Oinsa susar moris ohin.
Ceremonia remata ho Falintil, hahu FDTL: la ba, sente laran moras.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.016
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Pasta: 08023.081Título: Entrevista a Maria Filomeno Amaral no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: Não andou na escola; nascida em Bibileo.
O liurai obriga-a a entrar na UDT. Nada soube do golpe, contra-golpe.
Na invasão fugiu e permaneceu no mato durate três anos. Lacluta, Natar-Bora.
Como desceu das montanhas, vida em Krarás. Só homens é que faziam contactos com o mato.
As Falintil entram na vila: sabe-se da Encontro de paz.
Cinco dias antes do levantamento de 1983, já as pessoas sabiam.
Como entraram as forças. Os homens estavam a jogar a bola, etc. Deu-se um tiro como sinal, todos se assustaram. O Ular atirou sobre os indonésios.
De manhã um indonésio ainda estava vivo, conseguiu fugir.
07-09 os indonésios reentraram, a população foge, uns regressaram após 5 dias.
Transferiram-se para Lalerek Mutin, mandaram trabalhar. Sabe-se que mataram pessoas em Krarás. Mulheres e homens trabalhavam separadamente.
Fugiu para o mato com o marido.
Em 1996 o marido zangaou-se com Mau Kiak, bateu-lhe, caiu e morreu. Pensou ir render-se mas Ular aconselhou-o a não fazer.
Entregou o filho ao Padre António por não poder mais.
Como os inimigos atiraram sobre eles, ele estava no meio.
Em 1999: foi ao acantonamento em Uaimori; a família não foi.
Em 1977 encontrou-se com Xavier Amaral na prisão.
Hoje sente-se desolada, arrependida.;
[Tétum: La escola; moris iha Bibileu.
Liurai obriga tama UDT tempu partidu mosu. La hatene kona ba Golpe, Kontra-Golpe.
Invasaun halai ba ai-laran tian 3. lacluta, Natarbora.
Oinsa tun, moris, ba Kraras. Mane deit halo kontaktu ho ai-laran.
Falintil tun ba vila: hatene ne’e mak Kontak Dame.
Loron lima ante Levantamentu 1983 ema hatene.
Oinsa forsa tama. Mane joga bola ona, etc. Tiru sinal, hakfodak. Ular tiru Bapak.
Dadeer Bapak ida sei moris, halai fali.
07 / 09 Bapak sira tama fali, populasaun halai, balu mai fli hafoin loron 5.
Muda ba Lalerek Mutin, haruka servisu. Rona oho ema iha Kraras. Feto mane servisu ketak.
Halai sai ba ai-laran ho lain.
1996 lain siak ho Mau Kiak, baku, monu, mate. Nia atu rende maibe Ular fo morale.
Entrega oan ba Padre Antonio tanba la aguenta.
Oinsa ema tiru ba sira, nia iha klaran.
1999: ba akantonamentu iha Wai Mori; familia la ba.
1977 hasoru ho Xavier Amaral iha dadur fatin.
Agora sente desconhecida, laran moraas.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
08023.081
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Pasta: 08023.035Título: Entrevista a Zacarias Mau Nu no programa radiofónico Tuba Rai MetinAssunto: No tempo colonial estudou até 2º ano de escolaridade. Vendia produtos para ganhar dinheiro.
Os partidos, período do golpe em Dili. Foi ao aeroporto para observar…
A Indonésia entrou em Oecusse a 18 Dezembro de 1975, grande terror.
O inimigo prendia as pessoas, ameaças de toda a ordem. Não se podia falar português.
Encontrou um documento da Renetil, para formação do núcleo em 1989
Como implementa, saber falar com alguém. 12 -11 -1991 início do medo.
Como os velhos fazem cerimonial ao sagrado no tempo de clandestinidade, através de um animal morto.
Colaboração do povo, consciencialização. Alegria pela criação de CNRT.
As pessoas pretendem enganar o CNRT. Campanha de 1999 para as votações.
Assalto de 28-08 das milícias Besi Merah. Na confusão andaram aos tiros, as de Besi Merah morrem.
Votação, terror. A família dele saiu de Kefa-Menanu, apenas ele ficou.
Foi visitar o Padre Gaspar. Como surgiu a ideiad de enviar Lafu ir pedir ajuda das forças internacionais.
Lafu recebeu rádio, viu o barco que já atracado
A INTERFET chegou.
Como reconhcer a história.;
[Tétum: Tempu Portugues ba escola to’o segundu ano. Faan ssasan atu hetan osan.
Partidu mosu, tempu golpe iha Dili. Ba aeroportu atu haree…
Indonesia tama Oecusse 18 Dezembru 1975, teror oinsa.
Enemigu kaer ema, ameasa bot. Labele kolia portugues.
Hetan dokumentu Renetil, forma nukleu 1989
Oinsa lao, hatene kolia ho se. 12 11 1991 komesa tauk ona.
Oinsa katuas sira halo promessa ba lulik tempu klandestina, oho animal.
Kolaborasaun husi povo, tau neon ona. Mosu CNRT kontente.
Ema hakarak bubar CNRT. Oinsa kampanha 1999 ba votasaun.
Assaltu 28 08 husi milisia Besi Merah sira. Sira tiru malu rasik tanba konfusu, Besi Merah mate.
Votasaun, teror. Ninia familia sai ba Kefamenanu, nia hela deit.
Ba haree ho Padre Gaspar. Oinsa mosu idea atu haruka Lafu buka ajuda husi forsa internasional.
Lafu simu radio, haree ro komesa tama ona
InterFET tama.
Oinsa rekonyese historia.];Fundo: Arquivo da Resistência Timorense - USAidTipo Documental: Audio Página(s): 1
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