José Neves. 1932-
O arquivo de José Neves é constituído por um conjunto de cartas escritas por Mário Soares em Paris, para José Neves (1970-1974). As cartas são de teor político e descrevem a atividade e estratégia da oposição socialista no exílio.
1970 (aproximada) — 1974 (aproximada)
Funcionário público e político.
Funcionário da Federação Nacional dos Industriais de Moagem, responsável da Secretaria da Secção do Contencioso Administrativo e da Secretaria do Tribunal Pleno, e da Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros (1962-1964).
Exilou-se em Londres (1965), onde exerceu funções no departamento de Informática da Gestetner (1969), e na London School of Hygiene and Tropical Medicine.
Foi militante dos movimentos Comittee for Freedom in Mozambique, Angola and Guine e The Anti-Apartheid Movement, e participou na criação da Secção dos Trabalhadores Portugueses no Transport and General Workers Union (1972-1974).
Aderiu à Acção Socialista Portuguesa, sendo responsável pela criação do Núcleo de Londres (1970). Foi delegado ao Congresso da ASP em Bad Münstereifel, à qual sucedeu o Partido Socialista (1973). Integrou o Conselho Diretivo do PS na clandestinidade e foi seu representante junto da Internacional Socialista.
Foi membro da Comissão Nacional do PS no 1º Congresso (1974), trabalhou no gabinete da organização política da zona centro (1974-1976), no departamento central de dados (1976-1982), e no arquivo histórico (1983-1986). Foi secretário do Secretariado Nacional do PS (1986), técnico de apoio ao grupo parlamentar (2000-2002), e secretário do presidente da Assembleia da República.
Foi enviado especial do primeiro-ministro Mário Soares ao Presidente da República da Líbia (1976). Integrou a visita de deputados do PS à Palestina e Israel (1990), e fez parte da Missão oficial de Observadores à consulta do povo de Timor-Leste (1999).
Integrou a Comissão de Honra do MASP (1986).
Co-fundador do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (2007).
1 unidade de instalação
Integralmente tratado