Cota: 09022.001.031Título: Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal evocando o assassinato do Presidente da República Sidónio Pais, , em 14 de Dezembro de 1918. A ilustração foi realizada a partir de uma fotografia oficial do Presidente - o qual trajava, habitualmente, um uniforme com atributos de «Generalíssimo». Por cima, figuram três selos com os dizeres «Assistência» e «Para os pobres». Em legenda, a frase «Morro e morro bem, salvem a Pátria», atribuída efabuladamente ao Presidente, no momento da sua morte. Dezembro de 1918. (8,8x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «14-12-918/Morro e morro bem, salvem a Pátria» e «DR. SIDONIO PAES«Datas: 1918 - 1918 Página(s): 1
09022.001.031
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Cota: 09022.001.152Título: O Presidente Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com ilustração da autoria de Ricardo Falcão retratando o Presidente da República Sidónio Pais. C. 1918. (8,8x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «Dr. SIDONIO PAES»Datas: c. 1918 Página(s): 1
09022.001.152
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Cota: 09022.001.153Título: O Presidente Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com imagem fotomecânica retratando o Presidente da República Sidónio Pais, no acto de uma assinatura, envergando o seu habitual uniforme de «Generalíssimo». Fotografia Vasques. C. 1918. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: c. 1918 Página(s): 1
09022.001.153
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Cota: 09022.001.154Título: Morte de Sidónio PaisAssunto: Bilhete Postal com imagem fotomecânica retratando o Presidente da República Sidónio Pais. Em legenda: «Dr. SIDONIO PAES (O Libertador)/Cobarde e vilmente assinado na noite de 14-12-918». Fotografia Vasques. Dezembro de 1918. (9,2x14,5 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «Dr. SIDONIO PAES (O Libertador)/Cobarde e vilmente assinado na noite de 14-12-918». Missiva manuscrita no verso (09022.001.054.002) - inacabada.Datas: sábado, 14 de dezembro de 1918 Página(s): 2
09022.001.154
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Cota: 09022.001.155Título: O Presidente Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com ilustração retratando o Presidente da República Sidónio Pais. A ilustração toma por motivo uma fotografia oficial do Presidente; possui, como ornamentos, o brasão de armas de Portugal (posto como Sol Nascente), um estandarte com a bandeira republicana e uma coroa de ramos de oliveira. C. 1918. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: «SIDONIO PAES/PRESIDENTE DA REPUBLICA PORTUGUEZA»Datas: c. 1918 Página(s): 1
09022.001.155
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Cota: 09022.001.156Título: O Presidente Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com imagem fotomecânica retratando o Presidente da República Sidónio Pais. Trata-se de uma rara imagem em que o Presidente não surge envergando o seu uniforme de «Generalíssimo». Década de 1910. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda. «Dr. Sidonio Paes»Datas: 1910 - 1919 Página(s): 1
09022.001.156
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Cota: 09022.001.157Título: O Presidente Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com um desenho da autoria de Moraes, retratando o Presidente da República Sidónio Pais, liderando um grupo de cavalaria. C. 1918. (9,2x14,3 cm).Autor: MoraesFundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: c. 1918 Página(s): 1
09022.001.157
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Cota: 09022.001.158Título: Morte de Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com ilustração alegórica, alusiva ao assassinato do Presidente da República Sidónio Pais. Nela figura a República, num plano celeste (distingue-se, inclusive, a constelação de Ursa Maior), lançando flores sobre um retrato do Presidente - posto como Sol Nascente. Consta ainda, em legenda, a frase: «Morro e morro bem. Salvem a pátria!», atribuída - efabuladamente - ao ditador, no momento da sua morte. C. 1918. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Morro e morro bem, salvem a Pátria.Datas: 1918 Página(s): 1
09022.001.158
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Cota: 09022.001.160Título: Morte de Sidónio PaisAssunto: Ilustração alusiva à morte do Presidente da República Sidónio Pais, assassinado a 14 de Dezembro de 1918. Figura o retrato do Presidente (busto), em trajo de «Generalíssimo», rodeado por flores. No topo e no fundo do impresso, duas barras negras, simbolizando luto. 1918. (8,8x13,3 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: «Eterna Saudade»; «Dr. Sidónio Pais»Datas: 1918 Página(s): 1
09022.001.160
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Cota: 09022.001.231Título: Assassinato de Sidónio PaisAssunto: Bilhete postal com ilustração documentando o assassinato do Presidente da República Sidónio Pais, na estação ferroviária do Rossio (Lisboa). Dezembro de 1918. (14,3x9 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: dezembro de 1918 Página(s): 1
09022.001.231
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Cota: 09022.002.023Título: Incursões monárquicasAssunto: Bilhete postal com ilustração da autoria de Rocha Vieira(?), alusiva às defesas de Vinhais (1911) e de Chaves (1912) contra as incursões monárquicas lideradas por Paiva Couceiro, a partir da Galiza. Figura também, na parte inferior, um friso documentado os festejos populares por ocasião da inauguração da Avenida dos Defensores de Chaves em Lisboa. Outubro de 1912. (13,6x9 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: «DE VINHAIS»; «DE CHAVES»Datas: 1912 Página(s): 1
09022.002.023
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Cota: 09022.002.036Título: Homenagem à MarinhaAssunto: Bilhete postal com imagem fotomecânica, retratando duas crianças: um rapaz trajando como marinheiro e uma rapariga como camponesa - esta trazendo bandeiras da República. A composição - um retrato de estúdio - foi utilizada numa alusão aos movimentos revolucionários de 5 de Outubro de 1910 (instauração da República) e 14 de Maio de 1915 (deposição da ditadura de Pimenta de Castro). 1915. (9,2x13,7 cm).Autor: Fotografia Moderna. Porto.Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: «Heroica Marinha Portuguesa, a Pátria e a República vos aclamam»; «5 de Outubro de 1910»; «14 de Maio de 1915»; «PÁTRIA E LIBERDADE».Datas: 1915 Página(s): 1
09022.002.036
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Cota: 09022.002.037Título: A «Noite Sangrenta»: assassinato de António GranjoAssunto: Bilhete postal com reprodução de ilustração monocromática alusiva ao assassinato do Presidente do Governo António Granjo, no decurso da conhecida como «Noite Sangrenta» (19 e 20 de Outubro de 1921). A cena documenta o fuzilamento sumário ocorrido no quarto nº 3 da enfermaria do Arsenal da Marinha. Outubro de 1921. (14x9,3 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «A MORTE DE ANTÓNIO GRANJO/«… Já ferido na escada, o Dr. António Granjo refugiou-se ainda no quarto nº 3, entrando atraz dêle uma multidão que ali o acabou de ma-/tar..»/(Do relato duma testemunha ocular)»Datas: quinta, 20 de outubro de 1921 Página(s): 1
09022.002.037
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Cota: 09022.002.062Título: A «Escalada de Monsanto»Assunto: Bilhete postal com ilustração monocromática alusiva aos combates ocorridos em Monsanto (Lisboa) por ocasião da tentativa de restauração da monarquia, lançada por Aires de Ornelas a 23 de Janeiro 1919. Na composição figura uma camponesa (em representação do povo) segurando a bandeira nacional. Em fundo, aspectos dos combates no terreno acidentado de Monsanto, onde também foram utilizados meios áereos. 1919. (8,3x13,7 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «É ESTA A BANDEIRA DA PATRIA E DA REPUBLICA!/É SÓ ESTA QUE O POVO QUER E DEFENDERÁ ATÉ MORRER!»Datas: quinta, 23 de janeiro de 1919 Página(s): 1
09022.002.062
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Cota: 09022.002.078Título: Defesa de ChavesAssunto: Bilhete postal com ilustração documentando a defesa da cidade de Chaves contra o ataque das forças monárquicas lideradas por Paiva Couceiro. Na composição distinguem-se as forças monárquicas (de uniforme azul) e as republicanas, de uniforme cinza. Também figuram os retratos de três militares republicanos que distinguiram em combate (os «Heróis de Chaves»). 1912. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: No verso (09022.002.078.002), missiva manuscritaDatas: segunda, 8 de julho de 1912 Página(s): 2
09022.002.078
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Cota: 09022.002.081Título: Paiva CouceiroAssunto: Bilhete postal com ilustração homenageando Henrique Paiva Couceiro, mentor militar dos movimentos restauracionistas da década de 1910. Figura o seu retrato, posto em medalhão sobre uma bandeira azul e branca - as cores da bandeira do Reino de Portugal - substituindo as armas da monarquia. S/d. (9x14 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: 1900 - 1909 Página(s): 1
09022.002.081
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Cota: 09022.002.082Título: POR PREENCHERAssunto: Bilhete postal com caricatura de Angelo Pons: «Zé Povinho» expulsando João Franco de Portugal, a chicote e pontapé. Em legenda: «Fora da piolheira..!» e «Gardunha». Década de 1900. (14,2x9 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: 1900 Página(s): 1
09022.002.082
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Cota: 09022.002.083Título: O aparelho repressivo da «Monarquia do Norte»Assunto: Bilhete postal com imagens fotomecânicas, retratando elementos pertencentes à milícia monárquica que, operando a partir do Eden-Teatro (Porto), exerceu perseguição e repressão dos apoiantes republicanos durante a denominada «Monarquia do Norte» - proclamada por Paiva Couceiro a 19 de Janeiro de 1919 e derrubada a 23 de Fevereiro desse ano por intervenção das forças armadas republicanas. 1919. (14,5x9,5 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «A malta de bandidos e traidores do Eden-Teatro»Datas: janeiro de 1919 Página(s): 1
09022.002.083
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Cota: 09022.002.084Título: Incursão monárquica de 1911Assunto: Bilhete postal com ilustração da autoria de Rocha Vieira caricaturando o desaire da incursão monárquica de 1911, liderada por Henrique Paiva Couceiro. Entre outras personagens, figura Francisco Homem Cristo (de óculos escuros e trazendo uma mala com as iniciais H. C.), decano do Partido Republicano, à época acusado de traidor e simpatizante da causa monárquica. 1911. (13,4x9,2 cm).Autor: Rocha VieiraFundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «O desanimo nas hostes de Napoleão...Couceiro».Datas: 1911 Página(s): 2
09022.002.084
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Cota: 09022.002.085Título: A República repele as incursões monárquicasAssunto: Bilhete postal com ilustração da autoria de Moraes caricaturando as incursões realizadaspor forças monárquicas vindas da Galiza, lideradas por Henrique Paiva Couceiro (de uniforme de gala e penacho vermelho) e propagandeadas, nos meios rurais, pelo clero. Na cena, a República ameaça os revoltosos - temerosos de cruzar a fronteira - brandindo na mão uma chinela. Portugal está representado por um marinheiro ancião que ri. Década de 1910. (14x9,3 cm).Autor: MoraisFundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: 1910 - 1919 Página(s): 1
09022.002.085
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Cota: 09022.002.086Título: A República vigia as incursões monárquicasAssunto: Bilhete postal com ilustração da autoria de Moraes, caricaturando as incursões realizadas pelas forças monárquicas vindas da Galiza, lideradas por Henrique Paiva Couceiro (de uniforme de gala e penacho vermelho) e propagandeadas, nos meios rurais, pelo clero. Na cena, a República vigia os revoltosos, que do outro lado da fronteira, cobram pecúnio e escarnecem os seus dirigentes. Portugal está representado por um marinheiro ancião, armado de espingarda. Década de 1910. (14x9,3 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBDatas: 1910 - 1919 Página(s): 1
09022.002.086
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Cota: 09022.002.088Título: Sidónio Pais derrota Afonso CostaAssunto: Bilhete postal com ilustração colorida caricaturando a subida de Sidónio Pais ao poder - como ditador - afastando, por via de um golpe militar, o governo do Partido Democrático de Afonso Costa - este, surgindo com uma condecoração, fantasiosa, cuja banda alude à Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Em legenda: «Ultimo acto d´um valente». 1918. (14x9 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: Em legenda: «Ultimo acto d´um valente».Datas: 1917 Página(s): 1
09022.002.088
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Cota: 09527.004.054Título: Morte de Sidónio PaisAssunto: Ilustração alusiva ao assassinato do Presidente Sidónio Pais, ocorrido na estação ferroviária do Rossio (Lisboa), a 14 de Dezembro de 1918. O cadáver ensanguentado do Presidente, no seu habitual uniforme de «generalíssimo», é amparado por um soldado, que chora; ao fundo, o escudo das armas de Portugal. Na parte inferior, a legenda «Morro e morro bem. Salvem a pátria!», frase (efabuladamente) atribuída ao expirante. C. 1918. (28x19,5 cm).Fundo: António Pedro Vicente/Coleção FMSMBInscrições: «Morro e morro bem./Salvem a Pátria!»Datas: 1918 Página(s): 1
09527.004.054
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